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Transformações socioespaciais pela Unidade de Polícia Pacificadora (UPP): a favela do Vidigal, Rio de Janeiro
O artigo busca compreender como estratégias sociopolíticas, que não intervenham diretamente no espaço físico, implicam em uma reordenação do entorno construído junto com transformações de práticas sociais locais. Como caso de estudo são analisados os processos de transformação socioespacial desencadeados pela implantação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na favela do Vidigal, na cidade do Rio de Janeiro. O ponto de vista do morador local é adotado para analisar como estes processos reforçam (ou não) as dinâmicas de exclusão social e segmentação espacial às quais as favelas, historicamente, foram submetidas, e quais as consequências na atualidade. Metodologicamente, a pesquisa, qualitativa, compreende: 1) reconhecimento do Vidigal antes da implantação da UPP: espaço construído – edificações, vias e demais espaços livres –, e espaço vivido – práticas e valores cotidianos, relações entre moradores e entre esses e a UPP; 2) Compreensão do programa da UPP; e 3) reconhecimento dos processos de transformação socioespacial pós-UPP. Verifica-se que as transformações socioespaciais reforçam o panorama de exclusão social e segregação espacial da favela pela incorporação da favela às dinâmicas de mercado (do solo e de serviços) da cidade. Soma-se a isso, a constatação da decadência do programa nos anos subsequentes e o agravamento do panorama estudado.
Transformações socioespaciais pela Unidade de Polícia Pacificadora (UPP): a favela do Vidigal, Rio de Janeiro
O artigo busca compreender como estratégias sociopolíticas, que não intervenham diretamente no espaço físico, implicam em uma reordenação do entorno construído junto com transformações de práticas sociais locais. Como caso de estudo são analisados os processos de transformação socioespacial desencadeados pela implantação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na favela do Vidigal, na cidade do Rio de Janeiro. O ponto de vista do morador local é adotado para analisar como estes processos reforçam (ou não) as dinâmicas de exclusão social e segmentação espacial às quais as favelas, historicamente, foram submetidas, e quais as consequências na atualidade. Metodologicamente, a pesquisa, qualitativa, compreende: 1) reconhecimento do Vidigal antes da implantação da UPP: espaço construído – edificações, vias e demais espaços livres –, e espaço vivido – práticas e valores cotidianos, relações entre moradores e entre esses e a UPP; 2) Compreensão do programa da UPP; e 3) reconhecimento dos processos de transformação socioespacial pós-UPP. Verifica-se que as transformações socioespaciais reforçam o panorama de exclusão social e segregação espacial da favela pela incorporação da favela às dinâmicas de mercado (do solo e de serviços) da cidade. Soma-se a isso, a constatação da decadência do programa nos anos subsequentes e o agravamento do panorama estudado.
Transformações socioespaciais pela Unidade de Polícia Pacificadora (UPP): a favela do Vidigal, Rio de Janeiro
Priscilla Glitz Mayrink (Autor:in) / Raquel H. Tardin-Coelho (Autor:in)
2021
Aufsatz (Zeitschrift)
Elektronische Ressource
Unbekannt
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