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O projeto de parque urbano e os riscos da exposição ao calor
O artigo trata de um estudo desenvolvido no Parque Mãe Bonifácia, grande área verde na região central de Cuiabá, MT, entre novembro de 2007 e outubro de 2008, com o objetivo de avaliar a influência das diferentes intervenções urbanísticas sobre o ambiente térmico do lugar e os possíveis impactos destas nos níveis de estresse térmico a que estão submetidos os organismos dos usuários do espaço. A investigação dos diferentes microclimas foi realizada mediante medições fixas, na praça principal do Parque, e móveis, ao longo das trilhas. A aplicação da metodologia permitiu registrar atenuações da temperatura do ar de até 3,0 °C nas trilhas mais estreitas, onde foi preservada a vegetação do lugar, enquanto outros espaços construídos no interior do Parque apresentaram elevações máximas de até 3,2 °C, revelando a necessidade de precauções especiais para a prática de atividades físicas, especialmente na estação seca. Esses resultados sugerem que existe uma relação direta entre os padrões de ocupação do solo, topografia e características da vegetação de cada microespaço e o ambiente térmico do lugar, e que as intervenções do projeto, em alguns de seus espaços, não foram compatíveis com os rigores climáticos da região, acentuando as sensações de desconforto térmico.
O projeto de parque urbano e os riscos da exposição ao calor
O artigo trata de um estudo desenvolvido no Parque Mãe Bonifácia, grande área verde na região central de Cuiabá, MT, entre novembro de 2007 e outubro de 2008, com o objetivo de avaliar a influência das diferentes intervenções urbanísticas sobre o ambiente térmico do lugar e os possíveis impactos destas nos níveis de estresse térmico a que estão submetidos os organismos dos usuários do espaço. A investigação dos diferentes microclimas foi realizada mediante medições fixas, na praça principal do Parque, e móveis, ao longo das trilhas. A aplicação da metodologia permitiu registrar atenuações da temperatura do ar de até 3,0 °C nas trilhas mais estreitas, onde foi preservada a vegetação do lugar, enquanto outros espaços construídos no interior do Parque apresentaram elevações máximas de até 3,2 °C, revelando a necessidade de precauções especiais para a prática de atividades físicas, especialmente na estação seca. Esses resultados sugerem que existe uma relação direta entre os padrões de ocupação do solo, topografia e características da vegetação de cada microespaço e o ambiente térmico do lugar, e que as intervenções do projeto, em alguns de seus espaços, não foram compatíveis com os rigores climáticos da região, acentuando as sensações de desconforto térmico.
O projeto de parque urbano e os riscos da exposição ao calor
Marcelo Paes de Barros (Autor:in) / Marta Cristina Jesus Albuquerque Nogueira (Autor:in) / Carlo Ralph De Musis (Autor:in)
Aufsatz (Zeitschrift)
Elektronische Ressource
Unbekannt
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