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Do edifício ao território: o patrimônio urbano industrial na trajetória do CONDEPHAAT (1968-2018)
A amplitude do conceito de patrimônio industrial, ratificada pela Carta de Nizhny Tagil (2003) e pelos Princípios de Dublin (2011), evidencia a dimensão urbana e territorial dos testemunhos da industrialização como um dos principais desafios a serem enfrentados pelas ações de preservação. Ao analisar uma seleção de processos de tombamento do CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo, órgão criado em 1968), identificamos, desde meados da década de 1970, uma paulatina percepção dessa dimensão urbana nos estudos voltados à preservação do patrimônio industrial, não obstante as dificuldades relacionadas aos limites do instrumento de tombamento, pensado originalmente para a tutela de edifícios considerados isoladamente. A partir da análise de uma seleção de processos de tombamento de bens industriais paulistas, este artigo pretende destacar a presença e a amplitude das menções à questão urbana e territorial ao longo da trajetória do CONDEPHAAT, evidenciando as formas de entendimento das relações urbanas inerentes ao patrimônio industrial em cada período histórico e as possibilidades de aprofundamento desse debate na atualidade.
Do edifício ao território: o patrimônio urbano industrial na trajetória do CONDEPHAAT (1968-2018)
A amplitude do conceito de patrimônio industrial, ratificada pela Carta de Nizhny Tagil (2003) e pelos Princípios de Dublin (2011), evidencia a dimensão urbana e territorial dos testemunhos da industrialização como um dos principais desafios a serem enfrentados pelas ações de preservação. Ao analisar uma seleção de processos de tombamento do CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo, órgão criado em 1968), identificamos, desde meados da década de 1970, uma paulatina percepção dessa dimensão urbana nos estudos voltados à preservação do patrimônio industrial, não obstante as dificuldades relacionadas aos limites do instrumento de tombamento, pensado originalmente para a tutela de edifícios considerados isoladamente. A partir da análise de uma seleção de processos de tombamento de bens industriais paulistas, este artigo pretende destacar a presença e a amplitude das menções à questão urbana e territorial ao longo da trajetória do CONDEPHAAT, evidenciando as formas de entendimento das relações urbanas inerentes ao patrimônio industrial em cada período histórico e as possibilidades de aprofundamento desse debate na atualidade.
Do edifício ao território: o patrimônio urbano industrial na trajetória do CONDEPHAAT (1968-2018)
Manoela Rossinetti Rufinoni (Autor:in)
2019
Aufsatz (Zeitschrift)
Elektronische Ressource
Unbekannt
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Patrimonio, territorio e paesaggio
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