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Os espaços livres e edificados e a forma urbana no vetor norte da região metropolitana de Belo Horizonte
As formas urbanas são decorrentes das alterações ambientais do lugar, ou seja, das suas condições físicas, biológicas e antrópicas, sendo a última a principal indutora de transformações. As cidades e suas paisagens alteram-se quando mudam as condições socioeconômicas e culturais, como ocorre em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, que se expande além de seus limites físicos e políticos, conurbando-se com os demais municípios da Região Metropolitana. As ocupações ocorrem desordenadamente, ocasionando problemas de gestão pública, saneamento, mobilidade, além de problemas de ordem ambiental. O presente trabalho aborda a área conurbada da Região Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), chamada de “Vetor Norte”, e sua relação com os espaços livres públicos existentes, através de análises qualitativas e quantitativas. Ainda que os espaços livres públicos sejam considerados como permanências no tecido urbano, os espaços edificados ampliam-se, respeitando ou não as legislações vigentes. A ocorrência maior deste conflito está localizada, principalmente, na área abordada, impulsionada pela construção da Linha Verde e de outros equipamentos, razão da sua escolha para o estudo. Através do conhecimento destes espaços, com base nas variáveis históricas e contemporâneas, será possível construir um referencial metodológico das relações entre os espaços livres públicos, os espaços edificados e a forma urbana. Os espaços livres podem ser considerados elementos estruturantes da forma da cidade, e de legítima importância para a qualidade de vida urbana.
Os espaços livres e edificados e a forma urbana no vetor norte da região metropolitana de Belo Horizonte
As formas urbanas são decorrentes das alterações ambientais do lugar, ou seja, das suas condições físicas, biológicas e antrópicas, sendo a última a principal indutora de transformações. As cidades e suas paisagens alteram-se quando mudam as condições socioeconômicas e culturais, como ocorre em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, que se expande além de seus limites físicos e políticos, conurbando-se com os demais municípios da Região Metropolitana. As ocupações ocorrem desordenadamente, ocasionando problemas de gestão pública, saneamento, mobilidade, além de problemas de ordem ambiental. O presente trabalho aborda a área conurbada da Região Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), chamada de “Vetor Norte”, e sua relação com os espaços livres públicos existentes, através de análises qualitativas e quantitativas. Ainda que os espaços livres públicos sejam considerados como permanências no tecido urbano, os espaços edificados ampliam-se, respeitando ou não as legislações vigentes. A ocorrência maior deste conflito está localizada, principalmente, na área abordada, impulsionada pela construção da Linha Verde e de outros equipamentos, razão da sua escolha para o estudo. Através do conhecimento destes espaços, com base nas variáveis históricas e contemporâneas, será possível construir um referencial metodológico das relações entre os espaços livres públicos, os espaços edificados e a forma urbana. Os espaços livres podem ser considerados elementos estruturantes da forma da cidade, e de legítima importância para a qualidade de vida urbana.
Os espaços livres e edificados e a forma urbana no vetor norte da região metropolitana de Belo Horizonte
Marieta Cardoso Maciel (author) / Daniele Gomes Ferreira (author) / Karina Machado de Castro Simão (author) / Marina Bretas Ullmann Fernandes (author)
2014
Article (Journal)
Electronic Resource
Unknown
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