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Os materiais de enrocamento não podem ser ensaiados à escala natural devido à dimensão dos fragmentos rochosos. Deste modo subsiste a dúvida da representatividade dos resultados laboratoriais obtidos da modelação destes materiais. O presente trabalho visa contribuir para a resposta a esta questão. Dos assuntos tratados analisa-se, em particular, qual a dimensão mínima das amostras que deve ser ensaiada em laboratório, quais os parâmetros a ter em conta na modelação dos materiais de enrocamento, quais os erros e respectivas correcções na caracterização mecânica destes materiais reduzidos a uma certa escala e qual o efeito da modelação de amostras em diferentes estados de compacidade, teor em água e alteração dos fragmentos rochosos. O desenvolvimento do trabalho é apoiado em ensaios de compressão unidimensional e de corte em compressão triaxial de materiais de enrocamento ensaiados com dimensões reduzidas cerca de 6, 16 e 30 vezes relativamente às do protótipo. Para além da quantificação da influência dos parâmetros atrás referidos no comportamento dos enrocamentos, os resultados laboratoriais confirmam que a fracturação é o mecanismo que mais condiciona a reologia deste tipo de materiais.
Os materiais de enrocamento não podem ser ensaiados à escala natural devido à dimensão dos fragmentos rochosos. Deste modo subsiste a dúvida da representatividade dos resultados laboratoriais obtidos da modelação destes materiais. O presente trabalho visa contribuir para a resposta a esta questão. Dos assuntos tratados analisa-se, em particular, qual a dimensão mínima das amostras que deve ser ensaiada em laboratório, quais os parâmetros a ter em conta na modelação dos materiais de enrocamento, quais os erros e respectivas correcções na caracterização mecânica destes materiais reduzidos a uma certa escala e qual o efeito da modelação de amostras em diferentes estados de compacidade, teor em água e alteração dos fragmentos rochosos. O desenvolvimento do trabalho é apoiado em ensaios de compressão unidimensional e de corte em compressão triaxial de materiais de enrocamento ensaiados com dimensões reduzidas cerca de 6, 16 e 30 vezes relativamente às do protótipo. Para além da quantificação da influência dos parâmetros atrás referidos no comportamento dos enrocamentos, os resultados laboratoriais confirmam que a fracturação é o mecanismo que mais condiciona a reologia deste tipo de materiais.
Modelação de enrocamentos
A. Veiga Pinto (author)
1983
Article (Journal)
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Unknown
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