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Cultivando relações no Arranjo Local da Penha
Este estudo apresenta a formação do Arranjo Local da Penha, uma rede territorial comunitária criada em 2016, no complexo de favelas da Penha, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Protagonizada essencialmente por mulheres e voltada à promoção da agricultura urbana (ancorada nas bases da agroecologia), a rede se constrói a partir de articulações locais. Por meio da inserção em campo e observação participante, foi possível compreender as práticas dessa articulação em rede, analisando temas geradores, tais como: 1. mulheres e agroecologia, 2. saúde e 3. alimentação saudável. A partir deste território, será apresentada uma descrição da trajetória do Arranjo e os limites e as possibilidades de mobilização e desenvolvimento da agricultura urbana. Como resultados do Arranjo, observa-se a promoção do protagonismo das mulheres e a construção dos laços afetivos entre elas e o lugar, principalmente ao possibilitar o acesso à “comida de verdade” na favela. Destacamos, portanto, a importância desta experiência de mobilização territorial que parte do cuidado feminino com o entorno da casa, sendo a produção local de alimentos o caminho para se alcançar resgates de memória, a promoção da saúde e uma nova relação de percepção e potencialização do senso de pertencimento das moradoras.
Cultivando relações no Arranjo Local da Penha
Este estudo apresenta a formação do Arranjo Local da Penha, uma rede territorial comunitária criada em 2016, no complexo de favelas da Penha, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Protagonizada essencialmente por mulheres e voltada à promoção da agricultura urbana (ancorada nas bases da agroecologia), a rede se constrói a partir de articulações locais. Por meio da inserção em campo e observação participante, foi possível compreender as práticas dessa articulação em rede, analisando temas geradores, tais como: 1. mulheres e agroecologia, 2. saúde e 3. alimentação saudável. A partir deste território, será apresentada uma descrição da trajetória do Arranjo e os limites e as possibilidades de mobilização e desenvolvimento da agricultura urbana. Como resultados do Arranjo, observa-se a promoção do protagonismo das mulheres e a construção dos laços afetivos entre elas e o lugar, principalmente ao possibilitar o acesso à “comida de verdade” na favela. Destacamos, portanto, a importância desta experiência de mobilização territorial que parte do cuidado feminino com o entorno da casa, sendo a produção local de alimentos o caminho para se alcançar resgates de memória, a promoção da saúde e uma nova relação de percepção e potencialização do senso de pertencimento das moradoras.
Cultivando relações no Arranjo Local da Penha
Mariana Portilho (author) / Camila Gonçalves de Oliveira Rodrigues (author) / Annelise Caetano Fraga Fernandez (author)
2021
Article (Journal)
Electronic Resource
Unknown
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Restoration and Recuperation: Adalberto Dias - Penha Longa House
Online Contents | 2000
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