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A arte como arma em território hostil
A proposta deste ensaio é a de analisar como a linguagem da performance (body art) pode ser utilizada como uma potente ferramenta na contribuição para o empoderamento e visibilidade de artistas transexuais, a partir da leitura do conjunto de obras da artista brasileira Lyz Parayzo. Pretende-se demonstrar como estas produções promovem espaço para a criação de suas próprias narrativas dentro do campo das artes, assim como dentro do espaço urbano, atuando como forma de resistência e sobrevivência em São Paulo, uma das cidades mais violentas e que, ao mesmo tempo, é uma das mais importantes no que se refere ao circuito artístico no Brasil.
A arte como arma em território hostil
A proposta deste ensaio é a de analisar como a linguagem da performance (body art) pode ser utilizada como uma potente ferramenta na contribuição para o empoderamento e visibilidade de artistas transexuais, a partir da leitura do conjunto de obras da artista brasileira Lyz Parayzo. Pretende-se demonstrar como estas produções promovem espaço para a criação de suas próprias narrativas dentro do campo das artes, assim como dentro do espaço urbano, atuando como forma de resistência e sobrevivência em São Paulo, uma das cidades mais violentas e que, ao mesmo tempo, é uma das mais importantes no que se refere ao circuito artístico no Brasil.
A arte como arma em território hostil
Debora Armelin Ferreira (author)
2019
Article (Journal)
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Unknown
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