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Comportamento de estacas pré-moldadas e escavadas, instrumentadas, em solo não saturado. A experiência do campo experimental da Unicamp –Campinas
O objetivo deste trabalho é analisar, através de resultados obtidos em provas de carga do tipo lenta, o comportamento de uma estaca pré-moldada e de três escavadas a trado mecânico, instrumentadas ao longo do fuste, implantadas em um solo de diabásio, não saturado, característico da região de Campinas (Estado de São Paulo) e outras regiões sul-sudeste do Brasil. Foram realizadas provas de carga estática e dinâmica em uma estaca pré-moldada (L=14,0m e φ=0,18m) e provas de carga estática em três estacas escavadas (L=12,0m e φ=0,40m), todas instrumentadas com extensômetros elétricos (strain-gages) ao longo do fuste, com a finalidade de se obter as parcelas de carga resistida ao longo do fuste e pela ponta. Os ensaios foram realizados no Campo Experimental de Mecânica dos Solos e Fundações da Unicamp, cujo subsolo é constituído por uma primeira camada (0 a 6m) de argila silto-arenosa, colapsível, sobrejacente a uma outra camada (6 a 18m) de silte argilo arenoso (residual). O nível d’água não é encontrado até 17m. O subsolo do local já foi estudado em diversas pesquisas anteriores, através da realização de ensaios de campo e ensaios laboratoriais, sendo que os dados dis poníveis possibilitam o enriquecimento das análises efetuadas. É feita uma comparação entre o comportamento dos dois tipos de estacas. São analisadas também a aplicabilidade de fórmulas de previsão da carga de ruptura para esses tipos de estacas. É apresentada uma metodologia de determinação da resistência lateral de estacas a partir de dados obtidos em Sondagem de Simples Reconhecimento (SPT) com leitura do torque.
Comportamento de estacas pré-moldadas e escavadas, instrumentadas, em solo não saturado. A experiência do campo experimental da Unicamp –Campinas
O objetivo deste trabalho é analisar, através de resultados obtidos em provas de carga do tipo lenta, o comportamento de uma estaca pré-moldada e de três escavadas a trado mecânico, instrumentadas ao longo do fuste, implantadas em um solo de diabásio, não saturado, característico da região de Campinas (Estado de São Paulo) e outras regiões sul-sudeste do Brasil. Foram realizadas provas de carga estática e dinâmica em uma estaca pré-moldada (L=14,0m e φ=0,18m) e provas de carga estática em três estacas escavadas (L=12,0m e φ=0,40m), todas instrumentadas com extensômetros elétricos (strain-gages) ao longo do fuste, com a finalidade de se obter as parcelas de carga resistida ao longo do fuste e pela ponta. Os ensaios foram realizados no Campo Experimental de Mecânica dos Solos e Fundações da Unicamp, cujo subsolo é constituído por uma primeira camada (0 a 6m) de argila silto-arenosa, colapsível, sobrejacente a uma outra camada (6 a 18m) de silte argilo arenoso (residual). O nível d’água não é encontrado até 17m. O subsolo do local já foi estudado em diversas pesquisas anteriores, através da realização de ensaios de campo e ensaios laboratoriais, sendo que os dados dis poníveis possibilitam o enriquecimento das análises efetuadas. É feita uma comparação entre o comportamento dos dois tipos de estacas. São analisadas também a aplicabilidade de fórmulas de previsão da carga de ruptura para esses tipos de estacas. É apresentada uma metodologia de determinação da resistência lateral de estacas a partir de dados obtidos em Sondagem de Simples Reconhecimento (SPT) com leitura do torque.
Comportamento de estacas pré-moldadas e escavadas, instrumentadas, em solo não saturado. A experiência do campo experimental da Unicamp –Campinas
Paulo Albuquerque (author) / David Carvalho (author) / Cláudio Ferreira (author) / Ademar Lobo (author)
2006
Article (Journal)
Electronic Resource
Unknown
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