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Successful recovery of native plants post‐invasive removal in forest understories is driven by native community features
Temperate forest understories hold the majority of the plant diversity present in these ecosystems and play an essential role in the recruitment and establishment of native trees. However, the long‐term persistence of diverse and functional forest understories is threatened by the impacts of invasive plants. As a result, a common practice is the removal of the agent of invasion. Despite this, we know little about the success of these practices and lack a comprehensive understanding of what intrinsic and extrinsic factors shape the recovery. In a multiyear field experiment, we investigated (Q1) whether native propagule availability drove native community recovery, (Q2) what the characteristics of successfully recovering communities were, and (Q3) under which environmental conditions native community recovery rates were faster. After initial removal of invasives, we seeded native species to manipulate assembly history and mimic restoration practices, we also implemented a repeated, versus once, removal treatment, all in a full‐factorial design. We collected data on plant species composition and abundance (i.e., species level percent cover) and on environmental conditions (i.e., light and soil water availability) in the three subsequent summers. Our results show that native community recovery rates were independent of seeding additions or frequency of invasive plant removal. The fastest rates of recovery were associated with high native species richness, native communities with higher values of specific leaf area (SLA), and low drought stress years. Our results suggest that restoration practices post‐invasive plant removal should be tailored to enhance natural dispersal, or artificial addition if the resident community is species‐poor, of native species with traits compatible with high resource availability, such as species with high SLA. In addition to the importance of the native community characteristics, our results underscore the need for assessing environmental conditions, favoring management practices during years of low drought stress to maximize native community recovery.
O sub‐bosque das florestas temperadas apresentam a maior parte da diversidade de plantas presente nesses ecossistemas e desempenha um papel essencial no recrutamento e estabelecimento de árvores nativas. Contudo, a sobrevivência de florestas diversas e funcionais a longo prazo é ameaçada pelos impactos de plantas invasoras. Dessa maneira, a remocao de plants invasoras é uma prática comum. No entanto, o conhecimento científico sobre o sucesso dessas práticas e um conhecimento amplo dos fatores intrínsecos e extrínsecps que promovem a recuperação da comunidade de plantas nativas após a remoção de plantas invasoras é limitado. Em um experimento de campo multianual, nós investigamos se (Q1) a disponibilidade de propágulos promoveria a recuperação da comunidade de plantas nativas, (Q2) quais são as características da communidade de plantas nativas em recuperação, e (Q3) sob quais condições ambientais as taxas de recuperação são mais rápidas. Após uma remoção inicial das plantas invasoras, nós semeamos espécies nativas para manipular a montagem da comunidade e simular práticas de restauração, e removemos espécies invasoras anualmente em metade dos tratamentos. Nós coletamos dados da composição e abundância das espécies vegetais (i.e., porcentagem de cobertura ao nível de espécies) e das condições ambientais (ou seja, disponibilidade de água e luz) nos três verões subsequentes. Nossos resultados indicam que as taxas de recuperação da comunidade de plantas nativas foram idependentes da semeadura de espécies nativas e da frequência de remoção das plantas invasoras. As taxas de recuperação mais rápidas estiveram associadas a uma maior riqueza de espécies nativas, a comunidades de plantas nativas com valores mais elevados de área foliar específica (SLA), e a anos com menor estresse hídrico. Nossos resultados sugerem que restauração de áreas após a remoção de plantas invasoras deve enfatizar a promoção da dispersão natural ou assistida via semadura ou plantio se as comunidades locais tiverem baixa riqueza de espécies contendo características compatíveis a ambientes com alta disponibilidade de nutrientes, como espécies com traços aquisitivos ou com alta SLA. Além da importância dessas characterísticas da comunidade nativa, nossos resultados ressaltam a necessidade de avaliar as condições ambientais da área em recuperação e priorizar práticas de manejo durante anos com menor estresse hídrico a fim de maxmizar a recuperação da comunidade de plantas nativas.
Successful recovery of native plants post‐invasive removal in forest understories is driven by native community features
Temperate forest understories hold the majority of the plant diversity present in these ecosystems and play an essential role in the recruitment and establishment of native trees. However, the long‐term persistence of diverse and functional forest understories is threatened by the impacts of invasive plants. As a result, a common practice is the removal of the agent of invasion. Despite this, we know little about the success of these practices and lack a comprehensive understanding of what intrinsic and extrinsic factors shape the recovery. In a multiyear field experiment, we investigated (Q1) whether native propagule availability drove native community recovery, (Q2) what the characteristics of successfully recovering communities were, and (Q3) under which environmental conditions native community recovery rates were faster. After initial removal of invasives, we seeded native species to manipulate assembly history and mimic restoration practices, we also implemented a repeated, versus once, removal treatment, all in a full‐factorial design. We collected data on plant species composition and abundance (i.e., species level percent cover) and on environmental conditions (i.e., light and soil water availability) in the three subsequent summers. Our results show that native community recovery rates were independent of seeding additions or frequency of invasive plant removal. The fastest rates of recovery were associated with high native species richness, native communities with higher values of specific leaf area (SLA), and low drought stress years. Our results suggest that restoration practices post‐invasive plant removal should be tailored to enhance natural dispersal, or artificial addition if the resident community is species‐poor, of native species with traits compatible with high resource availability, such as species with high SLA. In addition to the importance of the native community characteristics, our results underscore the need for assessing environmental conditions, favoring management practices during years of low drought stress to maximize native community recovery.
O sub‐bosque das florestas temperadas apresentam a maior parte da diversidade de plantas presente nesses ecossistemas e desempenha um papel essencial no recrutamento e estabelecimento de árvores nativas. Contudo, a sobrevivência de florestas diversas e funcionais a longo prazo é ameaçada pelos impactos de plantas invasoras. Dessa maneira, a remocao de plants invasoras é uma prática comum. No entanto, o conhecimento científico sobre o sucesso dessas práticas e um conhecimento amplo dos fatores intrínsecos e extrínsecps que promovem a recuperação da comunidade de plantas nativas após a remoção de plantas invasoras é limitado. Em um experimento de campo multianual, nós investigamos se (Q1) a disponibilidade de propágulos promoveria a recuperação da comunidade de plantas nativas, (Q2) quais são as características da communidade de plantas nativas em recuperação, e (Q3) sob quais condições ambientais as taxas de recuperação são mais rápidas. Após uma remoção inicial das plantas invasoras, nós semeamos espécies nativas para manipular a montagem da comunidade e simular práticas de restauração, e removemos espécies invasoras anualmente em metade dos tratamentos. Nós coletamos dados da composição e abundância das espécies vegetais (i.e., porcentagem de cobertura ao nível de espécies) e das condições ambientais (ou seja, disponibilidade de água e luz) nos três verões subsequentes. Nossos resultados indicam que as taxas de recuperação da comunidade de plantas nativas foram idependentes da semeadura de espécies nativas e da frequência de remoção das plantas invasoras. As taxas de recuperação mais rápidas estiveram associadas a uma maior riqueza de espécies nativas, a comunidades de plantas nativas com valores mais elevados de área foliar específica (SLA), e a anos com menor estresse hídrico. Nossos resultados sugerem que restauração de áreas após a remoção de plantas invasoras deve enfatizar a promoção da dispersão natural ou assistida via semadura ou plantio se as comunidades locais tiverem baixa riqueza de espécies contendo características compatíveis a ambientes com alta disponibilidade de nutrientes, como espécies com traços aquisitivos ou com alta SLA. Além da importância dessas characterísticas da comunidade nativa, nossos resultados ressaltam a necessidade de avaliar as condições ambientais da área em recuperação e priorizar práticas de manejo durante anos com menor estresse hídrico a fim de maxmizar a recuperação da comunidade de plantas nativas.
Successful recovery of native plants post‐invasive removal in forest understories is driven by native community features
Petri, Laís (author) / Ibáñez, Inés (author)
2025-03-01
14 pages
Article (Journal)
Electronic Resource
English
Principles For Successful Community Planning in Northern Native Communities
British Library Online Contents | 1999
|Native and Invasive Woody Species Differentially Respond to Forest Edges and Forest Successional Age
DOAJ | 2018
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